Mulher é reanimada após parada cardiorrespiratória em Chapecó

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Equipes conseguiram restabelecer a circulação após cerca de 35 minutos de atendimento no bairro Bela Vista

Uma mulher foi reanimada após sofrer uma parada cardiorrespiratória (PCR) no bairro Bela Vista, em Chapecó. O atendimento mobilizou equipes do SAERFRON/SAMU Aeromédico e do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC). Após aproximadamente 35 minutos de atendimento, os socorristas conseguiram obter o retorno da circulação espontânea.

  • O que aconteceu: uma mulher sofreu uma parada cardiorrespiratória e precisou ser reanimada.
  • Tempo de atendimento: aproximadamente 35 minutos até o retorno da circulação espontânea.
  • Onde: bairro Bela Vista, em Chapecó.
  • Atendimento: SAERFRON/SAMU Aeromédico e CBMSC.

Como ocorreu o atendimento no bairro Bela Vista?

De acordo com o SAERFRON/SAMU Aeromédico, a equipe foi acionada para prestar apoio ao Corpo de Bombeiros no atendimento da ocorrência. Ao chegar ao local, os socorristas encontraram a paciente em parada cardiorrespiratória confirmada.

As equipes iniciaram imediatamente as manobras de Suporte Avançado de Vida. O atendimento foi realizado de forma conjunta pelos profissionais do SAMU Aeromédico, SAERFRON e CBMSC.

Quanto tempo duraram as manobras de reanimação?

Segundo as informações divulgadas pela equipe aeromédica, após aproximadamente 35 minutos de atendimento foi obtido o Retorno da Circulação Espontânea (RCE), quando o coração volta a manter circulação sanguínea após as manobras de reanimação.

Apesar da resposta ao atendimento, a paciente apresentava instabilidade clínica. Diante da situação, foi indicada a transferência imediata para o Hospital Regional do Oeste (HRO).

Como a paciente foi levada ao Hospital Regional do Oeste?

O deslocamento até o HRO foi realizado com apoio de uma ambulância de Auto Socorro de Urgência (ASU) do Corpo de Bombeiros e das motolâncias.

O estado de saúde da paciente após a chegada ao hospital não foi informado no relato divulgado pelas equipes de atendimento.

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Por que a operação foi considerada complexa?

Além da gravidade do quadro clínico, o atendimento apresentou dificuldades para a operação da aeronave. Conforme o SAERFRON/SAMU Aeromédico, a área disponível para pouso tinha condições restritas, exigindo planejamento, precisão e cuidados adicionais de segurança por parte da tripulação.

As equipes destacaram ainda que a atuação integrada entre SAMU, SAERFRON e Corpo de Bombeiros foi fundamental para o atendimento da ocorrência e para o restabelecimento da circulação da paciente.

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