Centro Empresarial recebe análise do Observatório Social sobre despesas da Câmara de Chapecó

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O Centro Empresarial de Chapecó (CEC) recebeu, nesta quinta-feira (28), uma apresentação do Observatório Social do Brasil sobre o acompanhamento das despesas da Câmara Municipal de Chapecó. Durante a reunião mensal, dirigentes da entidade detalharam dados do Legislativo chapecoense e trataram da legislação referente ao IPTU progressivo, atualmente em discussão para implantação na cidade.

Participantes da reunião

Estiveram presentes na reunião:

  • Fernando Ióris – Presidente do Observatório Social
  • Vilmar Luiz Matiello – Vice-presidente para Assuntos Administrativo-financeiros e ex-presidente
  • Mário Miranda – Vice-presidente para Assuntos Institucionais e de Alianças
  • Antônio Vivian – Vice-presidente para Assuntos de Controle Social
  • Luciana Maria Ziglioli – Secretária Executiva

Os representantes reforçaram o compromisso do Observatório com a correta aplicação dos recursos públicos, tanto no Legislativo quanto no Executivo, e detalharam estudo sobre as despesas da Câmara de Vereadores, baseado em informações do Portal da Transparência.

Principais constatações

Durante a apresentação, foram destacados:

  • Elevação no valor das diárias e gratificações
  • Criação de novos cargos
  • Aumento de gastos com passagens e deslocamentos
  • Despesas de gabinete de cada vereador até julho, com gráfico detalhado

Os dirigentes lembraram que a despesa total da Câmara pode atingir até 6% da receita tributária do município e das transferências constitucionais, mas enfatizaram que este percentual representa apenas o limite anual, e não significa que deve ser integralmente consumido.

Centro Empresarial recebe análise do Observatório Social sobre despesas da Câmara

O Centro Empresarial de Chapecó (CEC) recebeu, nesta quinta-feira (28), uma apresentação do Observatório Social do Brasil sobre o acompanhamento das despesas da Câmara Municipal de Chapecó. Durante a reunião mensal, dirigentes da entidade detalharam dados do Legislativo chapecoense e trataram da legislação referente ao IPTU progressivo, atualmente em discussão para implantação na cidade.

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Participantes da reunião

Estiveram presentes na reunião:

  • Fernando Ióris – Presidente do Observatório Social
  • Vilmar Luiz Matiello – Vice-presidente para Assuntos Administrativo-financeiros e ex-presidente
  • Mário Miranda – Vice-presidente para Assuntos Institucionais e de Alianças
  • Antônio Vivian – Vice-presidente para Assuntos de Controle Social
  • Luciana Maria Ziglioli – Secretária Executiva

Os representantes reforçaram o compromisso do Observatório com a correta aplicação dos recursos públicos, tanto no Legislativo quanto no Executivo, e detalharam estudo sobre as despesas da Câmara de Vereadores, baseado em informações do Portal da Transparência.

Principais constatações

Durante a apresentação, foram destacados:

  • Elevação no valor das diárias e gratificações
  • Criação de novos cargos
  • Aumento de gastos com passagens e deslocamentos
  • Despesas de gabinete de cada vereador até julho, com gráfico detalhado

Os dirigentes lembraram que a despesa total da Câmara pode atingir até 6% da receita tributária do município e das transferências constitucionais, mas enfatizaram que este percentual representa apenas o limite anual, e não significa que deve ser integralmente consumido.

Recursos de quem paga imposto

Com base nos dados apresentados, o Observatório Social e o CEC decidiram enviar convite à mesa diretora da Câmara para discutir as despesas em reunião no Centro Empresarial. Para o presidente do CEC, Carlos Roberto Klaus, o trabalho do Observatório é essencial. “O mínimo que se espera é cuidado com a aplicação do dinheiro público, oriundo de quem paga impostos”, destacou.

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Recursos de quem paga imposto

Com base nos dados apresentados, o Observatório Social e o CEC decidiram enviar convite à mesa diretora da Câmara para discutir as despesas em reunião no Centro Empresarial. Para o presidente do CEC, Carlos Roberto Klaus, o trabalho do Observatório é essencial. “O mínimo que se espera é cuidado com a aplicação do dinheiro público, oriundo de quem paga impostos”, destacou.

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