TSE firma Pacto Nacional pela Paz e Tolerância nas Eleições 2026 com entidades religiosas e sociedade civil

Compartilhe essa notícia:

Iniciativa visa fortalecer a democracia, promover convivência pacífica e garantir eleições livres e seguras; evento contou com representantes de diversas tradições religiosas e da ONU, que destacou a segurança e transparência do sistema eleitoral brasileiro.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, celebrou, nesta semana, o Pacto Nacional pela Paz e Tolerância nas Eleições 2026, firmado com entidades da sociedade civil, organizações religiosas e outras instituições para fortalecer a democracia, promover a convivência pacífica e contribuir para a realização de eleições livres, seguras e legítimas. O pacto visa fortalecer a democracia por meio do respeito à dignidade humana, às liberdades de consciência, crença, expressão e participação política, além de valorizar a pluralidade de ideias e opiniões como elemento essencial da vida em sociedade.

  • O que é: Pacto Nacional pela Paz e Tolerância nas Eleições 2026, firmado pelo TSE com entidades religiosas e sociedade civil.
  • Números principais: Participação de representantes da ONU, OAB, MP Eleitoral, Igreja Católica, religiões afro-brasileiras, igrejas evangélicas, judaísmo, islamismo e outras tradições.
  • Onde: Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília (DF).
  • Quem afeta: Eleitores, candidatos, partidos políticos, lideranças religiosas e a sociedade em geral.

O que prevê o Pacto Nacional pela Paz e Tolerância nas Eleições 2026?

O pacto visa fortalecer a democracia por meio do respeito à dignidade humana, às liberdades de consciência, crença, expressão e participação política, além de valorizar a pluralidade de ideias e opiniões como elemento essencial da vida em sociedade. As instituições atuarão em conjunto para promover campanhas, encontros, eventos e atividades educativas voltados à cultura de paz e ao fortalecimento da democracia; divulgar conteúdos institucionais e mensagens de conscientização; e estimular práticas de diálogo e convivência respeitosa entre grupos com diferentes visões de mundo, crenças ou posicionamentos políticos.

LEIA TAMBÉM  Aplicativo Pardal registra mais de 51 mil denúncias de irregularidades eleitorais às vésperas do primeiro turno

O que disseram as autoridades durante o evento?

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que o Tribunal dá um passo que transcende o calendário eleitoral para fortalecer a democracia brasileira. O vice-presidente do TSE, ministro André Mendonça, destacou que líderes religiosos alcançam locais a que o Estado não chega e exercem papel fundamental na preservação da unidade social. O presidente do STF, ministro Edson Fachin, renovou o convite para um pacto por um pleito limpo, respeitoso e pautado pela verdade, destacando que o debate de ideias deve prevalecer sobre o ataque pessoal. O coordenador residente da ONU no Brasil, Igor Garafulic, afirmou que as eleições brasileiras são motivo de orgulho para o país e para todos que trabalham pela democracia.

Como as lideranças religiosas se posicionaram?

O arcebispo de Brasília, dom Paulo Cezar Costa, destacou que as eleições representam um momento fundamental e que “o outro diferente não é um inimigo, mas alguém que pensa diferente de nós”. Mãe Leila de Oxóssi, representante das religiões de matriz afro-brasileira, defendeu que os líderes religiosos respeitem as decisões de seus fiéis e não propaguem discurso de ódio. O pastor Ismael Ornilo, presidente da Aliança das Igrejas Congregacionais do Brasil, ressaltou que a paz é o maior patrimônio em uma democracia. Também houve manifestações de representantes da Associação Cultural Israelita, da Associação Nacional de Juristas Islâmicos, da Catedral Anglicana, da CNBB, da Igreja Sara Nossa Terra, do Instituto Ori e do Templo Rosa Branca.

Qual o papel das instituições no pacto?

As instituições signatárias se comprometem a promover campanhas, encontros e atividades educativas voltados à cultura de paz; divulgar conteúdos institucionais e mensagens de conscientização; e estimular práticas de diálogo e convivência respeitosa. O pacto está alinhado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, que busca promover sociedades pacíficas, justas e inclusivas.

LEIA TAMBÉM  Cláudio Jacoski defende mudanças na educação, incentivo à inovação e redução do tamanho do Estado

Siga-nos no

Google News

Siga nas Redes Sociais

5,000FãsCurtir
11,450SeguidoresSeguir
260SeguidoresSeguir
760InscritosInscrever

Últimas Notícias

Notícias Relacionadas

Segundo turno das Eleições 2026 acontece em 25 de outubro

Flávio Bolsonaro e Lula disputarão a Presidência no segundo turno. Sete unidades da Federação...

Glicose alta: dois hábitos simples podem reduzir em até 58% o risco de diabetes

Perder de 5% a 7% do peso corporal e praticar 150 minutos de atividade...

PM recupera motosserras, roçadeiras e 199 peças de roupas furtadas em Chapecó

Materiais foram encontrados em uma residência no bairro São Pedro; adolescente de 16 anos...

Faça Parar lança coletânea com redações de estudantes em Quilombo

Publicação reúne 20 textos produzidos na 11ª edição do programa, que envolveu cerca de...