sábado, 6 junho, 2026

Produção industrial do Brasil cresce 0,7% em abril, 4º mês seguido de alta

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Resumo: A produção industrial brasileira teve alta de 0,7% em abril de 2026 frente a março, o quarto mês consecutivo de aumento, acumulando 4,4% de avanço neste período. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo IBGE. A indústria está 4,7% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas 12,9% abaixo do recorde de maio de 2011. No acumulado de janeiro a abril de 2026, o crescimento foi de 1,7% em relação ao mesmo período de 2025.

A produção industrial brasileira teve alta de 0,7% em abril de 2026 frente a março de 2026, na série com ajuste sazonal, quarto mês seguido de aumento, acumulando 4,4% de avanço neste período. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (3), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, a indústria está 4,7% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas registra 12,9% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011. A indústria brasileira acumula crescimento de 1,7% nos quatro primeiros meses de 2026 frente ao mesmo período do ano anterior.

Setores de destaque na alta de abril

Na passagem de março para abril de 2026, duas das quatro grandes categorias econômicas e 14 dos 25 ramos industriais pesquisados avançaram na produção. As influências mais significativas vieram dos segmentos de indústrias extrativas (3,1%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,1%), ambas crescendo pelo quinto mês consecutivo. Nessas atividades, as pressões positivas mais relevantes vieram de óleos brutos de petróleo, gás natural e minério de ferro (setor extrativo), e de álcool etílico e derivados do petróleo (especialmente óleo diesel) para a atividade de derivados do petróleo e biocombustíveis, explicou o gerente da PIM, André Macedo.

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Segundo o IBGE, outras contribuições positivas sobre o total da indústria vieram de produtos de borracha e de material plástico (3,1%), produtos de madeira (8,5%), produtos têxteis (4,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,2%).

Setores com recuo na produção

Por outro lado, entre as 11 atividades que recuaram na produção, produtos químicos (-3,9%) exerceu a principal influência negativa no mês. Também se destacam os impactos negativos dos setores de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,0%), máquinas e equipamentos (-2,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%) e metalurgia (-1,0%).

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