O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) realizará, no dia 9 de março de 2026, às 17 horas, a cerimônia de posse da nova Presidência da Justiça Eleitoral catarinense. O desembargador Carlos Roberto da Silva assumirá a condução do Tribunal para o biênio 2026–2027, ao lado do desembargador Saul Steil, que tomará posse como vice-presidente e corregedor regional eleitoral.
A eleição da nova Mesa Diretora ocorreu por aclamação durante sessão plenária realizada em 9 de dezembro de 2025, reforçando a confiança do colegiado na experiência e na trajetória institucional dos magistrados escolhidos. Atualmente corregedor regional eleitoral e vice-presidente do TRE-SC, Carlos Roberto da Silva sucede o desembargador Carlos Alberto Civinski.
A solenidade será realizada na Sala de Sessões Ministro Teori Zavascki, na sede do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), em Florianópolis. O ato simboliza a continuidade institucional e o compromisso da Justiça Eleitoral com a transparência, a segurança e a eficiência do processo democrático.
A nova gestão terá como principal desafio a organização e a condução das Eleições 2026 em Santa Catarina.
Currículo do novo presidente do TRE-SC
O desembargador Carlos Roberto da Silva é natural de Florianópolis e graduado em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) em 1990. É mestre e doutor em Ciência Jurídica, com passagem pela Universidade de Alicante (Espanha).
Ingressou na magistratura catarinense em 1993 e atuou em diversas comarcas, incluindo Chapecó, Blumenau e Itajaí. Exerceu a função de juiz eleitoral em várias zonas, como Cunha Porã, Mondaí, Blumenau e Itajaí. Foi eleito pelo Pleno do TJSC para o cargo de desembargador do TRE-SC para o biênio 2025-2027, atuando em 2025 como vice-presidente e corregedor regional eleitoral.
Currículo do novo vice-presidente e corregedor
Saul Steil é natural de Tijucas, graduado em Direito pela UNIVALI em 1984, mestre em Ciências Jurídicas pela mesma instituição e doutorando pela Faculdade de Direito de Lisboa. Ingressou na magistratura em 1990 e atuou como juiz eleitoral em Caçador, Rio do Sul, Curitibanos e Florianópolis. Foi eleito desembargador eleitoral substituto para o biênio 2026-2028 e, por aclamação, vice-presidente e corregedor regional eleitoral.




