Brasil registra mais de 178 mil casos de sepse

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O Dia Mundial da Sepse, que acontece no próximo domingo (13), visa conscientizar sobre o diagnóstico e tratamento da condição que afetou 178.633 brasileiros nos últimos 20 anos.

Entendendo a Sepse

Conhecida como septicemia ou infecção generalizada, a Sepse é uma condição grave desencadeada por uma resposta inflamatória exagerada do sistema imunológico. Essa reação ocorre após infecções por vírus e bactérias. O corpo, em vez de combater o agente infeccioso, acaba atacando a si mesmo, causando inflamação e disfunção nos órgãos.

Nos casos mais graves, a Sepse pode levar ao choque séptico, quando a pressão sanguínea do paciente permanece baixa, mesmo com o uso de medicamentos. A condição exige atenção, pois pode ser fatal. Em 2025, registraram-se cerca de 4.096 óbitos relacionados à Sepse e Choque Séptico.

A infecção é frequentemente causada por bactérias adquiridas em hospitais, afetando pulmões, abdômen ou trato urinário. Os sintomas incluem febre, hipotermia, tonturas, vômitos, fraqueza extrema e queda na pressão arterial, entre outros.

Se houver sintomas, é decisivo procurar um médico infectologista, que pode auxiliar no tratamento. A identificação da Sepse envolve exames de rotina, coletas de sangue, urina e secreções.

As primeiras horas de tratamento são essenciais. Pacientes são submetidos a antibióticos endovenosos para corrigir distúrbios do fluxo sanguíneo. Quando necessário, medicações como a noradrenalina são utilizadas para manter a pressão arterial adequada. Esses pacientes geralmente requerem tratamento em UTIs – unidades de terapia intensiva.

Fonte: CNN

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