quinta-feira, 28 maio, 2026

Deputada diz que “Governo Lula usa dinheiro público em propaganda para defender criminosos”

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A deputada federal Caroline De Toni (PL-SC), líder da Minoria na Câmara dos Deputados, apresentou o Requerimento de Informação nº 7282/2025, exigindo explicações do Governo Lula sobre os gastos com propaganda oficial feita logo após a operação policial no Rio de Janeiro que resultou na morte de criminosos de alta periculosidade.

O pedido é direcionado à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) e busca esclarecer quanto foi gasto, quem autorizou e qual o objetivo das campanhas impulsionadas nas redes sociais em meio à repercussão da operação.

“Enquanto os policiais arriscavam a vida enfrentando o crime organizado, o Governo Federal gastava dinheiro público para fazer propaganda e tentar reescrever os fatos. Isso é um absurdo!”, afirmou a deputada.

Caroline De Toni denuncia o que considera uma manobra política do Planalto para vitimizar criminosos e desacreditar as forças de segurança. Segundo a parlamentar, é inaceitável que o Estado use recursos públicos para atacar quem combate o crime e proteger quem o pratica.

Caroline De Toni durante discurso na Câmara dos Deputados sobre segurança pública

“Não há espaço para inversão de valores. Bandido não é vítima. Quem enfrenta o crime merece apoio, não difamação. O uso de dinheiro público para atacar a polícia é uma afronta à sociedade e ao bom senso”, destacou.

A líder da Minoria também manifestou apoio ao Governo do Rio de Janeiro, que conduziu a operação com firmeza e responsabilidade:

“O Governo do Rio mostrou coragem e preparo ao enfrentar o crime organizado. Cada estado conhece suas necessidades e deve ter autonomia para agir com rigor. A segurança pública se faz com ação, não com propaganda ideológica.”

Caroline De Toni reforça que a oposição seguirá fiscalizando e denunciando toda tentativa de aparelhar a comunicação do Estado em favor de narrativas ideológicas, e reafirma seu apoio irrestrito às forças de segurança pública e ao direito dos estados de conduzirem suas próprias políticas de combate ao crime.

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