sábado, 4 abril, 2026

Emoção e adrenalina nas águas do Gio-Ên colocam Chapecó na vitrine da motonáutica

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Pilotos da Argentina, Uruguai e Brasil disputaram no sábado (14) e domingo (15) o Raid das Américas e o Sulbrasileiro de Motonáutica, no Goio-Ên, em Chapecó. Foram 25 pilotos que disputaram seis provas no sábado e dez no domingo. As largadas foram na marina Rota do Sol.

            O secretário de Esportes e Juventude, Agnaldo Veriato Pereira, destacou que pelo terceiro ano consecutivo são realizadas provas náuticas, realizadas pela Associação de Motonáutica do Rio Grande do Sul, com o apoio da Prefeitura de Chapecó.

            “É importante o fortalecimento dos esportes náuticos, a diversidade esportiva e a integração dos pilotos de vários países. A competição tem atraído pilotos estrangeiros, desde sua primeira edição, do Mercosul, América Central, América do Norte e Europa. Devido ao seu crescimento podemos pensar em algo maior”, disse Agnaldo.

            Um dos pilotos que veio do exterior foi o argentino Marcelo Faccioli, de Santa Fé, que fez 1,4 mil km para competir e venceu a prova Força Livre disputada por pilotos da Argentina, neste domingo.

            “Valeu o esforço para estar aqui. O rio é um pouco mais estreito do que estamos acostumados mas as provas foram boas. Fomos muito bem recebidos e aqui é muito bonito. Viemos também para fortalecer essa integração entre os pilotos do Brasil, Argentina e Uruguai e assim fortalecer o esporte”, disse.

            A competição também reúne as famílias. Valentina Menegat, 15 anos, que no domingo venceu a prova V300, que é para menores, disse que começou a competir pelo incentivo do pai, Gilmar Menegat, e do tio, Ovídio Pelegrini, que também são pilotos.

            “Eles sempre me incentivaram. Nós moramos em Novo Hamburgo e pelo terceiro ano viemos para Chapecó. Eu vim porque gosto de competir aqui. Num ano fiquei em quarto, no outro em terceiro e agora venci uma prova. É muito bom”, disse Valentina.

            Seu tio também fez bonito ao vencer a prova de Força Livre, que  é a mais forte, no sábado. E olha que ele já está com 78 anos.

            “Comecei aos 16 anos e continuo pois cada prova é diferente, dá uma adrenalina. Sempre venho a Chapecó poque aqui o espaço de competição é muito bom, o lago é protegido do vento, tem estacionamento, boa infraestrutura e bons hotéis”, disse Pelegrini.

            Lauro Trisch, que ficou em segundo lugar na V300, é outro que competiu pelo terceiro ano consecutivo em Chapecó. Ele é tricampeão brasileiro na categoria e começou a competir aos 11 anos, por influência do pai.

            O presidente da AMORGS, Rodrigo Polasek, disse que Chapecó oferece boas condições para as competições náuticas e o evento está consolidado. “Foi um sucesso mais uma vez, graças ao apoio da Administração Municipal de Chapecó, tivemos um evento com boa participação de pilotos e mesmo com o clima chuvoso um bom público compareceu. Cada vez vamos melhorando”, disse Polasek.

            O prefeito de Chapecó, João Rodrigues, disse que o município está se tornando a capital catarinense da velocidade, pois além das provas náuticas estão em construção o autódromo internacional, com a primeira pista asfaltada do estado, e o kartódromo.

            “Com isso estamos criando novas matrizes econômicas, de eventos esportivos e também fortalecendo o turismo e serviços”, disse Rodrigues.Pilotos da Argentina, Uruguai e Brasil disputaram no sábado (14) e domingo (15) o Raid das Américas e o Sulbrasileiro de Motonáutica, no Goio-Ên, em Chapecó. Foram 25 pilotos que disputaram seis provas no sábado e dez no domingo. As largadas foram na marina Rota do Sol.

LEIA TAMBÉM  Motociclista morre em colisão com carro no acesso a Guatambu, em Chapecó

            O secretário de Esportes e Juventude, Agnaldo Veriato Pereira, destacou que pelo terceiro ano consecutivo são realizadas provas náuticas, realizadas pela Associação de Motonáutica do Rio Grande do Sul, com o apoio da Prefeitura de Chapecó.

            “É importante o fortalecimento dos esportes náuticos, a diversidade esportiva e a integração dos pilotos de vários países. A competição tem atraído pilotos estrangeiros, desde sua primeira edição, do Mercosul, América Central, América do Norte e Europa. Devido ao seu crescimento podemos pensar em algo maior”, disse Agnaldo.

            Um dos pilotos que veio do exterior foi o argentino Marcelo Faccioli, de Santa Fé, que fez 1,4 mil km para competir e venceu a prova Força Livre disputada por pilotos da Argentina, neste domingo.

            “Valeu o esforço para estar aqui. O rio é um pouco mais estreito do que estamos acostumados mas as provas foram boas. Fomos muito bem recebidos e aqui é muito bonito. Viemos também para fortalecer essa integração entre os pilotos do Brasil, Argentina e Uruguai e assim fortalecer o esporte”, disse.

            A competição também reúne as famílias. Valentina Menegat, 15 anos, que no domingo venceu a prova V300, que é para menores, disse que começou a competir pelo incentivo do pai, Gilmar Menegat, e do tio, Ovídio Pelegrini, que também são pilotos.

            “Eles sempre me incentivaram. Nós moramos em Novo Hamburgo e pelo terceiro ano viemos para Chapecó. Eu vim porque gosto de competir aqui. Num ano fiquei em quarto, no outro em terceiro e agora venci uma prova. É muito bom”, disse Valentina.

            Seu tio também fez bonito ao vencer a prova de Força Livre, que  é a mais forte, no sábado. E olha que ele já está com 78 anos.

            “Comecei aos 16 anos e continuo pois cada prova é diferente, dá uma adrenalina. Sempre venho a Chapecó poque aqui o espaço de competição é muito bom, o lago é protegido do vento, tem estacionamento, boa infraestrutura e bons hotéis”, disse Pelegrini.

            Lauro Trisch, que ficou em segundo lugar na V300, é outro que competiu pelo terceiro ano consecutivo em Chapecó. Ele é tricampeão brasileiro na categoria e começou a competir aos 11 anos, por influência do pai.

            O presidente da AMORGS, Rodrigo Polasek, disse que Chapecó oferece boas condições para as competições náuticas e o evento está consolidado. “Foi um sucesso mais uma vez, graças ao apoio da Administração Municipal de Chapecó, tivemos um evento com boa participação de pilotos e mesmo com o clima chuvoso um bom público compareceu. Cada vez vamos melhorando”, disse Polasek.

            O prefeito de Chapecó, João Rodrigues, disse que o município está se tornando a capital catarinense da velocidade, pois além das provas náuticas estão em construção o autódromo internacional, com a primeira pista asfaltada do estado, e o kartódromo.

            “Com isso estamos criando novas matrizes econômicas, de eventos esportivos e também fortalecendo o turismo e serviços”, disse Rodrigues.Pilotos da Argentina, Uruguai e Brasil disputaram no sábado (14) e domingo (15) o Raid das Américas e o Sulbrasileiro de Motonáutica, no Goio-Ên, em Chapecó. Foram 25 pilotos que disputaram seis provas no sábado e dez no domingo. As largadas foram na marina Rota do Sol.

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            O secretário de Esportes e Juventude, Agnaldo Veriato Pereira, destacou que pelo terceiro ano consecutivo são realizadas provas náuticas, realizadas pela Associação de Motonáutica do Rio Grande do Sul, com o apoio da Prefeitura de Chapecó.

            “É importante o fortalecimento dos esportes náuticos, a diversidade esportiva e a integração dos pilotos de vários países. A competição tem atraído pilotos estrangeiros, desde sua primeira edição, do Mercosul, América Central, América do Norte e Europa. Devido ao seu crescimento podemos pensar em algo maior”, disse Agnaldo.

            Um dos pilotos que veio do exterior foi o argentino Marcelo Faccioli, de Santa Fé, que fez 1,4 mil km para competir e venceu a prova Força Livre disputada por pilotos da Argentina, neste domingo.

            “Valeu o esforço para estar aqui. O rio é um pouco mais estreito do que estamos acostumados mas as provas foram boas. Fomos muito bem recebidos e aqui é muito bonito. Viemos também para fortalecer essa integração entre os pilotos do Brasil, Argentina e Uruguai e assim fortalecer o esporte”, disse.

            A competição também reúne as famílias. Valentina Menegat, 15 anos, que no domingo venceu a prova V300, que é para menores, disse que começou a competir pelo incentivo do pai, Gilmar Menegat, e do tio, Ovídio Pelegrini, que também são pilotos.

            “Eles sempre me incentivaram. Nós moramos em Novo Hamburgo e pelo terceiro ano viemos para Chapecó. Eu vim porque gosto de competir aqui. Num ano fiquei em quarto, no outro em terceiro e agora venci uma prova. É muito bom”, disse Valentina.

            Seu tio também fez bonito ao vencer a prova de Força Livre, que  é a mais forte, no sábado. E olha que ele já está com 78 anos.

            “Comecei aos 16 anos e continuo pois cada prova é diferente, dá uma adrenalina. Sempre venho a Chapecó poque aqui o espaço de competição é muito bom, o lago é protegido do vento, tem estacionamento, boa infraestrutura e bons hotéis”, disse Pelegrini.

            Lauro Trisch, que ficou em segundo lugar na V300, é outro que competiu pelo terceiro ano consecutivo em Chapecó. Ele é tricampeão brasileiro na categoria e começou a competir aos 11 anos, por influência do pai.

            O presidente da AMORGS, Rodrigo Polasek, disse que Chapecó oferece boas condições para as competições náuticas e o evento está consolidado. “Foi um sucesso mais uma vez, graças ao apoio da Administração Municipal de Chapecó, tivemos um evento com boa participação de pilotos e mesmo com o clima chuvoso um bom público compareceu. Cada vez vamos melhorando”, disse Polasek.

            O prefeito de Chapecó, João Rodrigues, disse que o município está se tornando a capital catarinense da velocidade, pois além das provas náuticas estão em construção o autódromo internacional, com a primeira pista asfaltada do estado, e o kartódromo.

            “Com isso estamos criando novas matrizes econômicas, de eventos esportivos e também fortalecendo o turismo e serviços”, disse Rodrigues.Pilotos da Argentina, Uruguai e Brasil disputaram no sábado (14) e domingo (15) o Raid das Américas e o Sulbrasileiro de Motonáutica, no Goio-Ên, em Chapecó. Foram 25 pilotos que disputaram seis provas no sábado e dez no domingo. As largadas foram na marina Rota do Sol.

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            “É importante o fortalecimento dos esportes náuticos, a diversidade esportiva e a integração dos pilotos de vários países. A competição tem atraído pilotos estrangeiros, desde sua primeira edição, do Mercosul, América Central, América do Norte e Europa. Devido ao seu crescimento podemos pensar em algo maior”, disse Agnaldo.

            Um dos pilotos que veio do exterior foi o argentino Marcelo Faccioli, de Santa Fé, que fez 1,4 mil km para competir e venceu a prova Força Livre disputada por pilotos da Argentina, neste domingo.

            “Valeu o esforço para estar aqui. O rio é um pouco mais estreito do que estamos acostumados mas as provas foram boas. Fomos muito bem recebidos e aqui é muito bonito. Viemos também para fortalecer essa integração entre os pilotos do Brasil, Argentina e Uruguai e assim fortalecer o esporte”, disse.

            A competição também reúne as famílias. Valentina Menegat, 15 anos, que no domingo venceu a prova V300, que é para menores, disse que começou a competir pelo incentivo do pai, Gilmar Menegat, e do tio, Ovídio Pelegrini, que também são pilotos.

            “Eles sempre me incentivaram. Nós moramos em Novo Hamburgo e pelo terceiro ano viemos para Chapecó. Eu vim porque gosto de competir aqui. Num ano fiquei em quarto, no outro em terceiro e agora venci uma prova. É muito bom”, disse Valentina.

            Seu tio também fez bonito ao vencer a prova de Força Livre, que  é a mais forte, no sábado. E olha que ele já está com 78 anos.

            “Comecei aos 16 anos e continuo pois cada prova é diferente, dá uma adrenalina. Sempre venho a Chapecó poque aqui o espaço de competição é muito bom, o lago é protegido do vento, tem estacionamento, boa infraestrutura e bons hotéis”, disse Pelegrini.

            Lauro Trisch, que ficou em segundo lugar na V300, é outro que competiu pelo terceiro ano consecutivo em Chapecó. Ele é tricampeão brasileiro na categoria e começou a competir aos 11 anos, por influência do pai.

            O presidente da AMORGS, Rodrigo Polasek, disse que Chapecó oferece boas condições para as competições náuticas e o evento está consolidado. “Foi um sucesso mais uma vez, graças ao apoio da Administração Municipal de Chapecó, tivemos um evento com boa participação de pilotos e mesmo com o clima chuvoso um bom público compareceu. Cada vez vamos melhorando”, disse Polasek.

            O prefeito de Chapecó, João Rodrigues, disse que o município está se tornando a capital catarinense da velocidade, pois além das provas náuticas estão em construção o autódromo internacional, com a primeira pista asfaltada do estado, e o kartódromo.

            “Com isso estamos criando novas matrizes econômicas, de eventos esportivos e também fortalecendo o turismo e serviços”, disse Rodrigues.

Texto e fotos Divulgação

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