Chapecó instala 8 estações meteorológicas para monitorar clima em tempo real e antecipar riscos

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Equipamentos com sensores de temperatura, vento, chuva e radiação solar foram distribuídos em pontos estratégicos das áreas urbana e rural; investimento de R$ 132 mil; dados serão integrados com Defesa Civil e secretaria de Agricultura.

O ponto do orvalho e a formação de cerração que pode orientar o horário de realização das provas no novo Autódromo de Chapecó. O volume de chuva que representa risco de alagamentos na área urbana. A direção dos ventos que podem trazer tempestades. Essas são algumas informações que poderão ser coletadas pelas estações meteorológicas que estão sendo instaladas nesta semana no município. São oito unidades espalhadas em pontos estratégicos das áreas urbana e rural, com sensores que indicam temperatura, volume de chuva, radiação solar, velocidade e direção dos ventos, entre outros.

  • O que é: Instalação de 8 estações meteorológicas em Chapecó para monitoramento climático em tempo real.
  • Números principais: 8 unidades; investimento de R$ 132 mil; sensores de temperatura, umidade, vento, chuva, radiação UV, pressão atmosférica e intensidade luminosa.
  • Onde: Pontos estratégicos nas áreas urbana e rural de Chapecó, incluindo Marechal Bormann, Autódromo, Goio-Ên, Alto da Serra e Linha Simonetto.
  • Quem afeta: Moradores, Defesa Civil, produtores rurais e organizadores de eventos no Autódromo.

O que são as estações meteorológicas instaladas em Chapecó?

São oito unidades espalhadas em pontos estratégicos das áreas urbana e rural. Cada unidade conta com anemômetro (mede a velocidade do vento), biruta (mede a direção do vento), placa solar com bateria e sensores que indicam temperatura, volume de chuva e radiação solar, entre outros. As estações também podem indicar a sensação térmica e o Delta T, que mede diferenças de temperatura para melhor pulverização das lavouras, informação útil para os produtores rurais.

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Onde foram instaladas as estações meteorológicas?

As unidades foram distribuídas nos seguintes locais: Centro de Capacitação para Geração de Emprego do Distrito de Marechal Bormann, Autódromo Internacional de Chapecó, Praça Jacaré (Goio-Ên), Base da Guarda Municipal, Prefeitura Municipal (altos da Avenida Getúlio Vargas), CEIM Alto da Serra, Novo Distrito Industrial da Linha Simonetto e EBM Água Amarela. A distribuição geográfica estratégica permite o monitoramento de diferentes regiões do município.

Quais sensores compõem as estações?

Os equipamentos possuem sensores para: temperatura do ar, umidade do ar, direção do vento, velocidade do vento, rajada de vento, precipitação pluviométrica, intensidade luminosa, índice UV e pressão atmosférica.

Como as estações vão ajudar a Defesa Civil?

De acordo com o diretor de Proteção e Defesa Civil, Walter Parizotto, as mini estações vão permitir uma atuação mais precisa e eficiente no atendimento da população. “Com essa distribuição geográfica estratégica em várias regiões do município nós vamos passar de dados gerais para informação territorial, de alta resolução, mostrando o que está acontecendo em cada bairro, nas comunidades rurais, de forma online, instantânea. Essa rede de mini estações vai permitir saber onde e com que intensidade o fenômeno estará acontecendo. Isso significa antecipar riscos e proteger pessoas”, afirmou.

Qual a utilidade das estações para os produtores rurais?

Parizotto citou que as informações estarão integradas com a secretaria de Agricultura e Pesca para subsidiar os produtores no planejamento do manejo das lavouras, minimizando perdas na produção. O Delta T, por exemplo, mede diferenças de temperatura para melhor pulverização, informação estratégica para o campo.

Qual o investimento realizado pela Prefeitura?

O prefeito Valmor Scolari destacou que o investimento foi de R$ 132 mil. “Essa é mais uma ação para fortalecer e qualificar o trabalho da Defesa Civil Municipal. Nos últimos anos nós temos reforçado o efetivo, foi inaugurada a sede própria, instalamos os três sistemas antigranizo e agora as estações meteorológicas, que vão servir para que possamos atuar cada vez mais na prevenção, reduzindo prejuízos e transtornos para a população chapecoense”, disse Scolari.

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Como os dados estarão disponíveis?

Os dados serão coletados de forma online e instantânea, permitindo o acompanhamento em tempo real de chuva, vento, umidade, pressão atmosférica e demais parâmetros. As informações estarão integradas com a Defesa Civil e a secretaria de Agricultura, possibilitando uma atuação mais precisa em situações de risco e no planejamento agrícola.

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