quarta-feira, 20 maio, 2026

Saúde reforça importância da vacinação contra a gripe diante do aumento de casos graves

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Com a taxa de vacinação contra a gripe em 43,3% entre os grupos prioritários e o avanço da doença em Santa Catarina, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) ressalta que a vacina está disponível para toda a população a partir dos seis meses de idade e é a principal forma de prevenir casos graves e mortes causadas pela doença.

Pessoas pertencentes ao público-alvo (idosos, gestantes, crianças e pessoas com comorbidades) devem manter a caderneta de vacinação atualizada, seguindo corretamente as orientações quanto às doses e aos intervalos recomendados. Crianças menores de 5 anos e pessoas com mais de 60 anos devem ser imunizadas o quanto antes, pois são mais vulneráveis às complicações da enfermidade.

“Com o aumento da circulação do vírus Influenza, temos observado uma sobrecarga no sistema de saúde, com maior procura por atendimento nas UPAs, prontos atendimentos e hospitais. Para evitar a infecção e, principalmente, as formas graves da doença, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave e os óbitos, é fundamental buscar a vacinação, que está sendo feita em todas as unidades de saúde com sala de vacina. Procure a unidade de saúde mais próxima e vacine-se. Essa é a melhor forma de enfrentarmos este período de maior circulação de vírus respiratórios com mais segurança”, afirma o superintendente de Vigilância em Saúde, Fábio Gaudenzi.

Até a primeira semana de junho, o estado registrou mais de 1,2 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados por Influenza ou gripe grave. No mesmo período do ano passado, foram contabilizados 932 casos, o que representa um aumento de 30%. Em relação aos óbitos, também foi registrado crescimento com 142 óbitos confirmados em 2025, contra 67 no mesmo período de 2024.

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A faixa etária mais suscetível à doença é a de idosos com 60 anos ou mais, que correspondem a 46,9% dos casos confirmados de SRAG por Influenza. Em seguida, estão as crianças de até 4 anos, com 20,4% dos registros. Em relação aos óbitos, a maioria ocorreu entre pessoas a partir dos 50 anos (124).

A SES alerta à população: a baixa adesão à campanha de vacinação é um dos principais fatores que contribuem para o avanço da doença. A recomendação é clara: vacinar é essencial para proteção individual e coletiva.

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