Resumo
Santa Catarina lidera índices de imunização em 2025, superando a média nacional em 90% das vacinas monitoradas. Com coberturas acima de 97% para tríplice viral, o estado foca em busca ativa e horários estendidos para erradicar doenças evitáveis e garantir proteção coletiva.
Santa Catarina consolidou-se como referência nacional em imunização ao apresentar resultados de cobertura vacinal consistentemente acima da média brasileira no painel de 2025. O estado superou o desempenho nacional em 18 das 20 vacinas monitoradas, registrando índices superiores a 90% em diversos imunizantes essenciais para a saúde pública.
Desempenho superior e metas atingidas
Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) revelam que a vacinação contra a tríplice viral atingiu 97,5% do público prioritário. Outros destaques incluem a imunização contra a pólio, com 92,6%, e a vacina pneumocócica, que alcançou a marca de 96% de cobertura. Conforme o SECOM SC, esses números indicam que as estratégias aplicadas pelas equipes municipais estão produzindo efeito direto na proteção da população.
Para o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi, o cenário reflete a eficiência das operações realizadas durante todo o período. “É importante ressaltar que as ações que desenvolvemos durante todo o ano estão refletindo em bons resultados, mas é preciso continuar melhorando para que possamos imunizar, cada vez mais, a nossa população e assim diminuirmos as doenças evitáveis”, afirmou o secretário.
Ações estratégicas para ampliar o acesso
A SES mantém esforços contínuos para buscar ativamente quem está com doses em atraso. Entre as ações desenvolvidas para garantir que os resultados se traduzam em metas plenamente alcançadas, destacam-se:
- Busca ativa e resgate de não vacinados: Checagem de situação vacinal, chamamento e acompanhamento específico para esquemas multidose e reforços em crianças, adolescentes e gestantes.
- Ampliação do acesso: apoio aos municípios para implementação de horários estendidos, atividades em escolas e creches, e vacinação extramuros em comunidades de difícil acesso.
- Qualificação das equipes: treinamento, padronização de fluxos e melhoria do registro de dados para reduzir a perda de oportunidades de imunização.
- Monitoramento sistemático: acompanhamento regular por unidade de saúde com foco em territórios que apresentam maior risco de queda nos índices.
- Comunicação e integração: fortalecimento do vínculo com as famílias e enfrentamento da desinformação por meio de mensagens baseadas em evidências.
Fonte: SECOM





