Amamentação até os 6 meses pode proteger a saúde da criança por toda a vida, aponta OMS

Compartilhe essa notícia:

O aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade reduz o risco de doenças crônicas e a mortalidade na infância, segundo a OMS, enquanto menos de 50% das crianças no mundo recebem essa alimentação de forma exclusiva. A Assembleia Mundial da Saúde fixou a meta global de 60% até o ano de 2030, e os efeitos começam nos primeiros 1000 dias de vida.

Os primeiros 1000 dias pesam no corpo inteiro

A amamentação nesse período — da concepção aos dois anos de idade — define a programação metabólica do indivíduo. Estudos indicam proteção contra obesidade na vida adulta, diabetes, asma e infecções respiratórias. Quando há desmame precoce e entrada de substitutos, como fórmulas infantis, crescem as taxas de sobrepeso, hipertensão arterial e distúrbios metabólicos futuros.

Os benefícios também chegam às mulheres: o aleitamento materno reduz o sangramento pós-parto e diminui o risco de câncer de mama e de ovário. Além disso, a prática corta custos familiares e hospitalares, porque crianças amamentadas tendem a adoecer menos.

O Brasil saiu de 4,7% para 45,8%

No Brasil, a amamentação é tratada como referência global. O índice de aleitamento exclusivo subiu de 4,7% na década de 1980 para 45,8% em 2019, mas a meta nacional ainda é chegar a 70% até 2030. 

Fontes consultadas: CNN Brasil e OMS

LEIA TAMBÉM  Maconhas sintéticas: o que são, efeitos e riscos das drogas conhecidas como K2, K4 e K9

Siga-nos no

Google News

Siga nas Redes Sociais

5,000FãsCurtir
11,450SeguidoresSeguir
260SeguidoresSeguir
760InscritosInscrever

Últimas Notícias

Notícias Relacionadas

Amamentar até os seis meses ainda esbarra em dor, falta de apoio e volta ao trabalho em Chapecó

A recomendação parece simples: até os seis meses de vida, o bebê deve receber...