Silvana Social Fashion completa 32 anos

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Empresa familiar acompanhou o crescimento da Grande Efapi de olho nas tendências em trajes sociais

Para falar sobre esta história de superação, entusiasmo e realização, a Folha Desbravador ouviu a idealizadora deste empreendimento. Silvana Brotolini tem motivo de sobra para se orgulhar. “Eu começaria tudo de novo”.

Folha Desbravador – Como nasceu a Silvana Cabeleireira? O que motivou você a abrir o negócio e como era a Grande Efapi naquela época?

Silvana Bortolini – A Silvana Cabeleireira nasceu oficialmente no dia 20 de agosto de 1994. A minha principal motivação foi a vontade de trabalhar por conta própria e de ter o meu próprio negócio. Antes disso, aos 21 anos, eu trabalhava no Supermercado Moura e Santos e, enquanto continuava no emprego, passei um ano me capacitando: fazia cursos de segunda a sexta-feira, primeiro de manicure e depois de cabeleireira.

Após me formar, montei um salão inicial na cidade de Guatambú, onde trabalhei por cerca de seis meses. Pouco tempo depois, grávida do meu filho Christian — que nasceu em 09 de junho de 1994 —, decidi voltar para Chapecó. Quando ele tinha apenas dois meses de vida, construímos uma peça bem pequena, de 5×2 metros, para abrir o salão aqui na Efapi, na Rua Maravilha.

Naquela época, a Grande Efapi era muito diferente e o comércio de beleza era escasso; acho que deveria existir apenas outros quatro cabeleireiros no bairro todo. O tempo passou e, hoje, acredito ser a única daquela época que permanece em atividade na região da Efapi.

Folha – Quais são as lembranças mais marcantes do período na Rua Maravilha? Como era o movimento do bairro e o relacionamento com os clientes? Mudou algo nesta trajetória? O que permanece igual?

Silvana – As lembranças do início na Rua Maravilha são de muita simplicidade, esforço e crescimento rápido. Começamos a divulgação de forma totalmente orgânica: coloquei apenas uma placa em frente de casa e uma placa pequenina de cavalete na rua indicando a ‘Silvana Cabeleireira’

Naquela época, a estrutura da região era muito diferente: as ruas eram de terra e barro batido, havia pouquíssimos loteamentos e o redor era cercado por plantações. Mesmo com cerca de quatro outros cabeleireiros no bairro, a procura começou logo no primeiro mês; no segundo mês o movimento já dobrou e, mês a mês, a clientela não parava de crescer.

Com o tempo, Deus abençoou o nosso trabalho e conseguimos construir uma casa no mesmo terreno, o que nos permitiu ampliar o salão para um espaço maior e de alvenaria, tornando-o muito mais confortável e espaçoso para nossos clientes. Ao longo dessa trajetória, o bairro se urbanizou por completo, mas o que nunca mudou desde a primeira placa na rua foi a nossa relação de proximidade, carinho e confiança com cada cliente que confia no nosso trabalho.

Folha – Em que momento você percebeu que o aluguel de vestidos e trajes para eventos poderia se tornar o principal foco da empresa? Como aconteceu essa transformação até chegar à Silvana Social Fashion?

Silvana – A ideia e o princípio de tudo surgiram a partir dos próprios atendimentos no salão. Eu já fazia os penteados e as maquiagens nas noivas, mas ainda não tinha as roupas para locar. Foi então que percebi, junto com meu ex-marido, que, embora o cabelo e a maquiagem dessem um bom retorno, a locação de trajes trazia uma oportunidade de ganho muito mais interessante e que oferecer o serviço completo seria um grande diferencial: a cliente já entraria, escolheria a roupa e fecharia o pacote de cabelo e maquiagem, tudo no mesmo lugar.

Naquela época, não existia nenhuma loja de trajes sociais na nossa região. Como não tínhamos capital para começar, decidimos arriscar entregando o nosso único veículo da família para conseguir pagar parte do valor inicial investido e assumindo boletos direto com o vendedor dos trajes. Como eu tinha um quarto sobrando na minha casa, abrimos uma porta ali mesmo para começar o negócio. Nosso acervo inicial era modesto, composto por cerca de 15 vestidos de festa, 10 vestidos de noiva e uns 15 ternos.

Logo no primeiro mês de funcionamento, já começamos a realizar os aluguéis ali no quartinho junto do espaço onde ficava o salão, e a nossa primeira locação foi justamente um vestido de noiva. A partir dali o negócio cresceu de forma muito rápida. Conforme a demanda aumentava, eu reinvestia o dinheiro do lucro da empresa, inclusive o lucro da parte do salão, tudo para comprar mais trajes. Fomos quebrando paredes dentro de casa, ampliando o espaço e, com o tempo, a loja acabou ocupando cerca de 70% da nossa casa, o que me levou a construir um novo pedaço para morar. Foi uma trajetória de muita luta e trabalho, mas que transformou aquele início modesto na Silvana Social Fashion de hoje.

Folha – Ao longo desses 32 anos, quais foram as maiores mudanças na moda para noivas, formandas e festas? Existe alguma tendência que hoje desperta nostalgia quando você olha as fotos antigas?

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Silvana – O que mais mudou ao longo dessas mais de três décadas não foram os tecidos em si, mas sim a variedade dos modelos e os cortes dos vestidos. No início, a moda era muito mais simples e não tínhamos a quantidade imensa de opções que existem hoje. Usava-se muito saia combinada com top e uma echarpe jogado por cima dos ombros — as clientes adoravam e se sentiam muito bem assim. Os trajes eram bem mais clean, sem a presença marcante de pedrarias e brilhos, tanto para as noivas quanto para os vestidos de festa.

Outra grande mudança foi o comportamento do mercado. No começo, a procura por vestidos de 15 anos praticamente não existia, enquanto hoje esse setor é um sucesso absoluto e aluga super bem em nossa loja. Por outro lado, naquela época nós tínhamos uma demanda muito forte por vestidos de primeira comunhão, algo que era muito locado no salão e que hoje não se aluga tanto.

Hoje, a moda evoluiu para modelos com muito mais brilho, texturas e uma riqueza enorme de detalhes e pedrarias, embora também haja uma crescente de modelos mais fluidos e minimalistas. Olhar para as fotos antigas traz uma nostalgia gostosa daquela simplicidade dos anos 90, e nos mostra como o corte e o design do vestido têm o poder de se transformar e evoluir com o tempo, além de comprovar que muitas tendências vão e voltam.

Folha – Você se lembra da primeira noiva ou da primeira formanda atendida? Há alguma história que tenha ficado guardada no coração até hoje?

Silvana – Com certeza! O primeiro traje social alugado na nossa história foi justamente um vestido de noiva. Essa peça tem um valor emocional tão grande para nós que está guardada com muito carinho aqui dentro da loja até hoje.

Loja no início das atividades, na Rua Maravilha, na Grande Efapi

Também guardo na memória e no coração a história das formandas que vieram lá de Guatambu para alugar conosco os conjuntos de saia com top. Foi uma época muito marcante para o começo de tudo, tanto que guardo as fotos desses atendimentos até hoje como uma lembrança viva de onde tudo começou.

Hoje o atendimento da loja não se resume somente ao bairro Efapi: recebemos clientes de toda a cidade e de vários municípios vizinhos num raio de mais de 100 km, como Xaxim, Xanxerê, Erechim e muitas outras cidades da região.

Loja na Rua Maravilha, em 2011, na Grande Efapi, em Chapecó

Folha – Muitas clientes voltam anos depois acompanhando filhas, sobrinhas ou netas. Como é viver essa experiência de atender uma família em momentos parecidos de diferentes gerações?

Silvana – É uma experiência maravilhosa e muito gratificante, que graças a Deus acontece com frequência. Não faz muito tempo, por exemplo, que atendemos uma cliente cuja história com a gente é linda: nós alugamos o vestido dela para ser dama de honra, depois o vestido da primeira comunhão, o da formatura, o da festa de 15 anos e, agora, ela nos escolheu para vestir o seu casamento.

Ver os pais acompanhando todas essas fases e a mesma pessoa passando por tantos momentos marcantes da vida vestindo a nossa marca é o maior prêmio que poderíamos receber. Ouvir os agradecimentos emocionados dos nossos clientes após as devoluções é algo que nos alegra grandemente e confirma que a Silvana Social Fashion virou parte da história de famílias inteiras.

Folha – Além dos vestidos e ternos, o que você acredita que a Silvana Social Fashion entrega para seus clientes? Que sentimento procura proporcionar a cada cliente?

Silvana – Nós entregamos um atendimento feito com muito profissionalismo, respeito, amor, carinho e dedicação. O nosso principal objetivo é fazer com que cada cliente se sinta verdadeiramente bem acolhido e possa viver o seu momento especial vestindo nossos trajes, criando memórias que ficarão guardadas para sempre.

Temos um cuidado todo especial com os ajustes para que as roupas tenham o caimento perfeito no corpo, para que quem veste nossos trajes chegue ao seu evento se sentindo lindo, maravilhoso e com a autoestima lá em cima. Mais do que alugar uma roupa, o sentimento que buscamos proporcionar é o de segurança, alegria e felicidade para aproveitar aquele dia especial ao máximo.

Folha – Chapecó cresceu muito desde 1994. Como você viu a transformação da Grande Efapi e de que forma a empresa acompanhou esse desenvolvimento?

Silvana – Acompanhamos o crescimento da Grande Efapi de muito perto. Em 1994, poucos terrenos tinham casas e a população era bem menor; hoje a região se transformou em uma potência com mais de 70 mil habitantes. Vimos muitas empresas e famílias escolherem a Efapi para morar e investir, e a nossa empresa acompanhou esse ritmo investindo constantemente ao longo de toda a trajetória.

Iniciamos a locação com apenas 40 mudas de roupa. Todo o lucro da loja e do salão era reinvestido de volta no próprio negócio, comprando novos trajes mês a mês e honrando os boletos dos investimentos. Fomos trazendo peças cada vez mais sofisticadas e elegantes para atender a todos os públicos, passando daquelas 40 peças iniciais para um acervo atual de mais de 1.500 trajes.

Hoje, acredito que somos a única loja especializada em trajes sociais na Grande Efapi. Atendemos toda a linha de festas: formandas, casamentos (noivos e noivas), festas de 15 anos, damas, pajens, padrinhos, madrinhas e pais dos celebrantes. E, para manter viva a minha paixão pelos cabelos e atender os clientes fiéis que adoram cortar cabelo comigo, ainda mantenho um espaço de salão integrado à nossa sala de costura dentro da própria loja.

Loja conta com ampla variedade de trajes sociais

Folha – Quais foram os momentos mais difíceis enfrentados nesses 32 anos e o que fez você seguir em frente mesmo diante dos desafios?

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Silvana – Os momentos mais difíceis foram conciliar as responsabilidades de mãe com a rotina intensa de trabalho. Na gravidez do meu filho Alexsandro, em 2001, trabalhei em pé até às 18h do dia anterior ao parto cesariano. Criar dois filhos pequenos, manter a casa e administrar o salão e a loja exigiram muito de mim.

Silvana Bortolini e os filhos Christian (E) e Alexsandro

Há cerca de 24 anos, enfrentei um período de profunda sobrecarga emocional, lidando com depressão e síndrome do pânico, somadas a grandes desafios na vida pessoal e na separação familiar. Houve dias em que precisei buscar atendimento médico e, logo em seguida, voltar para atender meus clientes com a mesma dedicação. Muitas vezes coloquei as necessidades da empresa, dos clientes e dos meus filhos à frente de mim mesma.

O que me manteve de pé foi a minha fé inabalável em Deus, o amor incondicional pelos meus filhos e a força de vontade de ver o negócio prosperar. Olhar para trás hoje e ver que venci essas batalhas, com saúde, vida e uma empresa sólida, é motivo de imensa gratidão.

Folha – Como foi criar a família “dentro da loja”?

Silvana – Foi uma jornada de pura entrega, em que a maternidade e o trabalho sempre caminharam lado a lado. Quando comecei a atender aqui na Efapi, o Christian tinha apenas dois meses de vida. Eu contratava uma menina para ajudar a cuidar dele enquanto eu trabalhava, já que o salão ficava colado na nossa casa. Eu amamentava entre um atendimento e outro, no meio das clientes. Toda a vizinhança e a clientela participavam dessa rotina: enquanto eu cortava ou penteava, alguém segurava o bebê no colo e dava uma força. Não tínhamos hora para parar; atendíamos até 20h, 22h, de segunda a domingo.

Anos mais tarde, em 2001, passei pela gestação do Alexsandro trabalhando até o último momento. Pouco tempo depois do parto, durante o período de resguardo, demos mais um passo de coragem: vendemos o único carro da família para adquirir o primeiro lote de roupas e abrir oficialmente a locação de trajes sociais. Ficamos a pé, recomeçamos e fomos construindo tudo do zero.

Meus dois filhos cresceram no meio dos tecidos, dos secadores e do carinho dos clientes. Hoje, olhar para trás e ver os dois homens trabalhadores que eles se tornaram é a minha maior vitória: ambos são formados e graduados — o Christian é Engenheiro Civil e atua na área, e o Alexsandro é Administrador de Empresas —, e ambos também auxiliam ativamente na gestão da nossa empresa.

Folha – Quando você olha para trás e vê três décadas de história, qual mensagem gostaria de transmitir às pessoas que fizeram parte dessa caminhada? Qual o conselho para novos empreendedores?

Silvana – A minha palavra para cada cliente, amigo, vizinho e familiar que esteve conosco ao longo desses 32 anos é de profunda gratidão. Cada pessoa que entrou por aquela portinha pequena, que confiou no meu trabalho e que até nos ajudou a segurar os meninos no colo enquanto eu atendia, faz parte dessa vitória. Nada disso teria sido possível sem o apoio e o carinho da nossa comunidade.

O meu conselho é: comece. Mesmo que o início seja pequeninho, simples e longe da perfeição, dê o primeiro passo. Toda caminhada tem lutas e desafios diários, mas vale muito a pena acreditar no seu sonho. Coloque Deus sempre no controle de tudo, peça sabedoria, tenha muita dedicação, saúde e força de vontade para trabalhar duro. Entregando nas mãos de Deus e fazendo a sua parte com esforço e honestidade, Ele vai preparando o caminho, abrindo as portas e abençoando com clientes até você alcançar os seus objetivos.

Folha – Quantas pessoas trabalham na empresa?

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Silvana – Hoje a nossa equipe conta com três pessoas na rotina direta da loja e um apoio fundamental na parte de marketing e divulgação:

• Silvana: cuida do atendimento, apresentação dos trajes, provas e ajustes de medidas, além de manter os atendimentos de cabelo no salão.

Silvana Bortolini

• Alexsandro (filho mais novo): atua no atendimento de balcão na recepção, elaboração de contratos, organização e embalagem dos trajes para entrega e devolução.

• Costureira parceira: responsável pelos ajustes finos, costuras e adaptações sob medida de cada peça.

• Marketing / Design (Christian): cuida da parte digital, comunicação e presença da marca nas redes.

É uma equipe enxuta, muito dedicada e entrosada, em que cada um dá o seu melhor para que tudo funcione perfeitamente.

Folha – É uma empresa familiar?

Silvana – Sim! Ao longo desses anos, a nossa estrutura passou por diferentes fases. No início e durante o período de maior crescimento, contratávamos colaboradoras para atuar como manicures, auxiliares de penteado, maquiagem e costura interna.

Hoje, a Silvana Social Fashion se consolidou como uma empresa essencialmente familiar. O coração da loja é tocado por nós: eu fico à frente dos atendimentos e da gestão das locações junto com o Alexsandro, e meus filhos participam diretamente da administração diária e da presença digital. Além da família, contamos com o trabalho parceiro de uma costureira especializada para os ajustes das peças que alugamos. Essa união familiar traz ainda mais proximidade, confiança e dedicação para cada cliente que nos procura.

Folha – Começaria de novo o empreendimento?

Silvana – Com certeza! Se hoje eu precisasse recomeçar do zero, começaria novamente sem hesitar. A grande diferença é que hoje eu tenho a bagagem de mais de três décadas de história, com muito mais maturidade, conhecimento de mercado e sabedoria prática.

Quando iniciamos lá atrás, tudo era descoberto no dia a dia, com muito esforço e tentativas. Com a experiência que tenho hoje, o caminho certamente seria percorrido em muito menos tempo. A vivência e o aprendizado acumulados ao longo dos anos são os ativos mais valiosos para o desenvolvimento e a solidez de qualquer negócio.

Folha – O que você repetiria? O que faria diferente?

Silvana – O que eu repetiria e continuo fazendo questão de manter todos os dias é o padrão de atendimento e a seriedade com o trabalho. Sou uma pessoa que gosta das coisas sempre muito corretas, organizadas e bem resolvidas. Repetiria toda a força de vontade, a garra para trabalhar e, principalmente, o carinho com que recebemos as pessoas. Todo cliente gosta de chegar a uma loja, ser bem atendido, acolhido e sair realizado.

O que eu faria diferente seria apenas começar já com a clareza e a experiência de gestão que tenho hoje, o que certamente evitaria alguns desgastes do início. Mas cada etapa fez parte do nosso aprendizado para construir a empresa sólida que temos hoje.

Folha – Qual seu maior sonho?

Silvana – Creio que, tanto no lado pessoal quanto no profissional, eu já conquistei os meus maiores sonhos. Ver meus filhos criados, bem encaminhados e trabalhando ao meu lado, ter a nossa casa e construir um negócio sólido é uma realização indescritível. Aconteceram bênçãos na minha vida que nem eu mesma imaginava alcançar, mas Deus entrega no tempo certo para quem persevera.

No aspecto dos negócios, o nosso sonho foi se materializando em cada etapa dessa evolução: começamos como ‘Silvana Cabeleireira’ em 1994 e passamos para ‘Silvana Cabeleireira e Noivas’ em 2001. Em 2018, vendemos o terreno na Rua Maravilha e compramos o imóvel onde estamos desde 2019, na Rua Cunha Porã — aproveitando as oportunidades da vida para construir uma estrutura ainda maior e melhor para nossos clientes. Recentemente, nos reposicionamos como Silvana Social Fashion para abraçar a moda festa completa (formandas, 15 anos, noivos e convidados), algo que já oferecíamos, mas que agora está explícito na marca. Em 2026, surgiu uma nova oportunidade e demos mais um passo importante ao adquirir o Ateliê Natalia Leticia, tradicional concorrente na cidade, incorporando seu acervo à Silvana Social Fashion. Essa consolidação nos permitiu ultrapassar a marca de 1.500 trajes disponíveis. Hoje, o meu maior desejo é continuar com saúde, atendendo com o mesmo amor e mantendo a Silvana Social Fashion como uma referência de carinho, tradição e elegância para todas as famílias.

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