Investigada por tentativa de homicídio no bairro Efapi é presa em Chapecó

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Crime ocorreu em 13 de abril de 2026, na rua Santa Paulina. Vítima foi golpeada no pescoço com faca e ficou oito dias entubada na UTI do Hospital Regional do Oeste.

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Homicídios de Chapecó, prendeu na tarde desta sexta‑feira (26) a investigada pela prática de uma tentativa de homicídio ocorrida no dia 13 de abril de 2026, no bairro Efapi, em Chapecó. A mulher foi localizada em sua residência, no bairro São Cristóvão, e não resistiu à prisão. Ela foi conduzida ao Departamento de Investigações Criminais e, posteriormente, encaminhada ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

  • O que é: Prisão da investigada por tentativa de homicídio ocorrida no bairro Efapi, em Chapecó.
  • Números principais: Crime em 13/04/2026, às 18h30; vítima golpeada no pescoço; oito dias entubada na UTI; prisão em 26/06/2026.
  • Onde: Rua Santa Paulina, bairro Efapi; investigada presa no bairro São Cristóvão, Chapecó, Oeste Catarinense.
  • Quem afeta: Vítima, família, investigada, comunidade dos bairros Efapi e São Cristóvão, e a sociedade chapecoense.

Como ocorreu o crime no bairro Efapi?

No dia 13 de abril de 2026, por volta das 18h30, na rua Santa Paulina, bairro Efapi, a vítima foi golpeada no pescoço com golpes de arma branca (faca) pela investigada. Em seguida, a vítima caminhou um pouco, perdeu as forças e caiu pedindo socorro. Ela foi socorrida e conduzida ao Hospital Regional do Oeste, onde ficou por oito dias entubada na UTI.

As investigações tiveram início imediatamente após o conhecimento da autoridade policial. Foram coletadas imagens das proximidades do local, ouvidas testemunhas e realizadas outras diligências investigativas, que culminaram na identificação da autora.

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Como a investigada foi localizada e presa?

A equipe de investigação da Delegacia de Homicídios de Chapecó logrou êxito em identificar a investigada e confeccionou o relatório de investigação. Em seguida, a autoridade policial representou pela prisão preventiva dela, que foi decretada pelo Poder Judiciário.

Na tarde desta sexta‑feira (26), a investigada foi presa em sua residência, localizada no bairro São Cristóvão, ocasião em que não resistiu à prisão. Ela foi conduzida ao Departamento de Investigações Criminais e interrogada pela autoridade policial, oportunidade em que exerceu seu direito constitucional de permanecer em silêncio.

Qual é a situação atual da vítima e da investigada?

A vítima, que ficou oito dias entubada na UTI do Hospital Regional do Oeste, já recebeu alta hospitalar, mas não há informações detalhadas sobre seu estado atual de saúde. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

A investigada foi encaminhada ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. O Inquérito Policial será concluído no prazo legal e encaminhado ao Poder Judiciário, que decidirá sobre os próximos passos do processo.

O que a lei prevê para tentativa de homicídio?

A tentativa de homicídio está prevista no artigo 121 do Código Penal, com pena de reclusão de 6 a 20 anos, reduzida de 1/3 a 2/3 quando o crime não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. A utilização de arma branca e a gravidade das lesões podem ser consideradas agravantes no julgamento.

O caso, que tramita em segredo de justiça, será analisado pelo Poder Judiciário, que poderá determinar a realização de novas diligências ou a marcação de audiência de instrução e julgamento.

Como a comunidade pode colaborar com as investigações?

A Polícia Civil reforça a importância da participação da comunidade no combate à criminalidade. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 181. As informações repassadas são sigilosas e ajudam as forças de segurança a esclarecer crimes e prender responsáveis.

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Em Chapecó, a Delegacia de Homicídios segue atuando na apuração de crimes violentos, e a colaboração da população é essencial para a elucidação dos casos e para a segurança de todos.

Com informações da Polícia Civil de Santa Catarina e da Delegacia de Homicídios de Chapecó.

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