Resumo
O Dia Livre de Impostos acontece em Chapecó com o objetivo de expor a carga tributária aos consumidores. A iniciativa também serve como uma oportunidade para o comércio local, que registra um aumento no fluxo de clientes durante a data.
Lide e contexto
Conforme apuração original do portal MB Comunicação, o Dia Livre de Impostos mobiliza o setor comercial de Chapecó, expondo a carga tributária aplicada aos produtos para o consumidor final.
Destaques da ação
Antes de mais nada, vale organizar a informação que todo mundo quer saber: data, local e motivo.
Quando: O Dia Livre de Impostos 2026 será em 28 de maio, uma quinta-feira, acompanhado por cidades de todo o Brasil, é um único dia de ação, durante o horário normal de funcionamento das lojas participantes.
Onde: A mobilização ocorre em Chapecó, Oeste de Santa Catarina, envolvendo o comércio local, mais de 150 empresas devem aderir, incluindo lojas de rua, galerias e pontos em áreas comerciais tradicionais da cidade. A coordenação é da CDL Jovem Chapecó, com apoio da CDL Chapecó e inserção no movimento nacional da CNDL, que reúne mais de 500 mil CNPJs em todo o país.
Proposta do evento: A proposta é vender produtos sem repassar ao consumidor o valor equivalente aos impostos, para que as pessoas vejam claramente quanto pagam em tributos embutidos no preço. Os organizadores lembram que o brasileiro trabalha cerca de 150 dias por ano – até 28 de maio – apenas para pagar impostos, o que representa 40,8% da renda anual. Em 2025, a arrecadação federal chegou a aproximadamente R$ 2,886 trilhões, enquanto o investimento público direto federal ficou na casa de R$ 47 bilhões, algo em torno de 1,6% do total arrecadado, o que alimenta o sentimento de que o retorno em serviços públicos não acompanha o volume de tributos. O Dia Livre de Impostos nasce justamente dessa insatisfação: é um manifesto contra a alta carga tributária e, ao mesmo tempo, um dia de boas oportunidades de compra.
O impacto no comércio
Segundo Ricardo Lima, presidente da CDL Jovem Chapecó, a data vai além da exposição dos impostos. O movimento é visto como uma oportunidade comercial estratégica, capaz de atrair um número maior de consumidores aos estabelecimentos da cidade.





