GAECO e Polícia Civil deflagram Operação Istós com 19 prisões em Chapecó e região

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Ação conjunta cumpre mandados em Chapecó, Xanxerê e Caxambu do Sul contra facção criminosa com atuação dentro e fora do sistema prisional. Nome da operação significa “teia” em grego antigo.

Na manhã desta terça-feira (18), a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), por meio da Delegacia de Combate às Drogas de Chapecó (DECOD), e o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), deflagraram a Operação Istós, voltada ao enfrentamento de organização criminosa com atuação dentro e fora do sistema prisional catarinense. Foram cumpridos 19 mandados de prisão e 20 mandados de busca e apreensão nas cidades de Chapecó, Xanxerê e Caxambu do Sul.

  • O que é: Operação Istós, ação conjunta do GAECO/MPSC e Polícia Civil contra facção criminosa.
  • Números principais: 19 mandados de prisão; 20 mandados de busca e apreensão; 122 agentes mobilizados; 2 prisões em flagrante.
  • Onde: Chapecó, Xanxerê e Caxambu do Sul, Oeste Catarinense.
  • Quem afeta: Integrantes de facção criminosa, sistema prisional e a segurança pública da região.

O que é a Operação Istós e qual seu objetivo?

A Operação Istós constitui desdobramento das investigações vinculadas à 4ª fase da Operação Sodalitas Finis e tem por objetivo desarticular estrutura criminosa com atuação em diversos municípios catarinenses. O nome Istós tem origem no grego antigo e significa “teia”, “trama” ou “estrutura entrelaçada”. A denominação faz referência à rede de relações identificada no curso das investigações, evidenciando a estrutura hierarquizada da facção e a atuação coordenada de seus integrantes para a prática de diversos delitos.

Quantas prisões e buscas foram realizadas?

Foram cumpridos, de forma simultânea, 19 mandados de prisão e 20 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara Estadual de Organizações Criminosas, nas cidades de Chapecó, Xanxerê e Caxambu do Sul, em desfavor de investigados pela suposta integração a organização criminosa. Além das ordens judiciais previamente expedidas, duas prisões em flagrante foram realizadas em virtude do encontro de droga ilícita (cocaína) e de uma arma de fogo.

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Quais crimes estão sendo investigados?

As investigações indicam que os suspeitos estariam envolvidos na prática de crimes graves, entre eles homicídios, tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo, além de exercerem funções de coordenação e manutenção das atividades da facção criminosa nas ruas e no interior do sistema prisional. A operação decorre da atuação integrada entre o MPSC e a PCSC, com compartilhamento de dados e cruzamento de informações obtidas em procedimentos investigativos.

Qual foi a mobilização de agentes na operação?

A Operação Istós mobiliza aproximadamente 122 agentes de segurança pública e membros do Ministério Público, com atuação integrada do GAECO, da Polícia Civil, da Polícia Militar, da Polícia Penal e do Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAER/Fron) nos municípios em que as ordens judiciais são cumpridas. Essa metodologia fortaleceu a estratégia investigativa e subsidiou novas medidas de repressão às atividades ilícitas atribuídas ao grupo criminoso.

Qual a importância da operação para Chapecó e o Oeste Catarinense?

Em Chapecó e no Oeste Catarinense, a Operação Istós representa mais um passo no enfrentamento ao crime organizado na região. A ação integrada entre GAECO e Polícia Civil demonstra o compromisso das forças de segurança em desarticular facções criminosas que atuam dentro e fora do sistema prisional. A região Oeste, por sua localização estratégica, tem sido palco de diversas operações contra o tráfico de drogas e a criminalidade organizada.

Os materiais apreendidos serão encaminhados à Polícia Científica para exame pericial e, posteriormente, analisados pelas equipes de investigação, a fim de subsidiar o prosseguimento das apurações. A investigação tramita sob sigilo judicial, e novas informações poderão ser divulgadas conforme a publicidade dos autos.

Com informações da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público de Santa Catarina e da Delegacia de Combate às Drogas de Chapecó (DECOD).

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