Morreu nesta quinta-feira (26) o jornalista Plínio Ritter, nome histórico da comunicação no Sul do Brasil. A informação foi confirmada por amigos próximos.
Natural de Montenegro (RS), Ritter iniciou sua trajetória ainda jovem, em 1960, como narrador esportivo e apresentador na Rádio Montenegro. Em 1967, passou a atuar como freelancer em emissoras como a Rádio São Francisco, de Caxias do Sul, e a Rádio Garibaldi.

Trajetória no Oeste catarinense
Em 1976, transferiu-se para Erechim, onde foi comentarista da TV Alto Uruguai (RBS), acumulando funções como correspondente do jornal Zero Hora e comentarista na Rádio Erechim. Já em 1979, teve participações em transmissões dos Jogos Abertos pela TV Lages (SBT) e, no mesmo ano, passou a comandar um programa terceirizado na Rádio Chapecó.
A partir de então, em Chapecó, consolidou sua trajetória no jornalismo regional, atuando como narrador de diversas modalidades esportivas, com destaque para o voleibol, acompanhando equipes como o Frigorífico Chapecó em competições estaduais e nacionais.
Em 1986, retornou à RBS TV Chapecó como comentarista esportivo, além de atuar como colunista do Diário Catarinense e comentarista da Rádio Atlântida FM. Em 1992, passou a integrar a TV Barriga Verde, da Rede Bandeirantes. Já a partir de 1998, atuou como comentarista na TV O Estado (SBT Chapecó), atual RIC Record Chapecó.
Reconhecimento e legado
Ao longo da carreira, Plínio Ritter também recebeu reconhecimento por sua contribuição ao jornalismo, sendo um dos homenageados pela ACIC durante a Festa da Imprensa de 2010.
Reconhecido pelo estilo direto e pela longa dedicação à comunicação, Ritter deixa um legado importante no jornalismo, especialmente no Oeste catarinense, onde se tornou referência ao longo de décadas.
A morte do jornalista gera comoção entre colegas, autoridades e o público que acompanhou sua trajetória. Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.





