Resumo: Na manhã de quarta-feira (13), a Polícia Rodoviária Federal realizou duas apreensões de mercadorias contrabandeadas na BR-480, em Chapecó. Em menos de duas horas, os agentes flagraram o transporte irregular de 155 cigarros eletrônicos escondidos em um utilitário e 34 ampolas de medicamento emagrecedor em outro veículo. Os condutores foram presos e as mercadorias entregues à Receita Federal.
Na manhã de quarta-feira (13), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou duas apreensões de mercadorias contrabandeadas na BR-480, em Chapecó (SC). Em menos de duas horas, os agentes flagraram o transporte irregular de medicamentos emagrecedores e de uma grande quantidade de cigarros eletrônicos.
A primeira abordagem ocorreu no início da manhã, quando os policiais pararam um utilitário com placas de Chapecó. Durante a vistoria, os policiais encontraram 155 dispositivos de cigarros eletrônicos escondidos no porta-malas e dentro do banco do passageiro. O condutor admitiu que a carga seria comercializada.
Pouco tempo depois, no mesmo local, as equipes abordaram um automóvel com placas de Piraquara (PR). Na busca interna, foram localizadas 34 ampolas de Tirzepatida, um medicamento utilizado para perda de peso que possui restrições de importação e comercialização no Brasil.
Mercadorias sem documentação legal
As mercadorias de origem estrangeira não possuíam qualquer documentação legal ou autorização dos órgãos sanitários. Todos os envolvidos nas duas ocorrências foram presos e levados para a Delegacia da Polícia Federal. Os veículos e os materiais apreendidos — tanto os eletrônicos quanto os medicamentos — foram entregues às autoridades alfandegárias e serão destinados à Receita Federal para os trâmites de destruição ou perdimento.
A PRF reforça que o contrabando de produtos sem registro sanitário oferece riscos à saúde pública. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 191.
Riscos e fiscalização
A ação na BR-480 demonstra a atuação constante da PRF no combate ao contrabando na região Oeste de Santa Catarina. A falta de documentação fiscal e sanitária agrava a situação dos envolvidos, que responderão por crime de contrabando.







