O recente início do mapeamento estratégico realizado pela Prefeitura de Chapecó — que identifica bairros com maior risco de infestação pelo mosquito Aedes aegypti — é o primeiro passo para o controle da doença na cidade. No entanto, para que essa estratégia de combate seja completa, a colaboração da população vai além da limpeza dos quintais: é preciso saber identificar os sinais de alerta no próprio corpo.
Como o mapeamento permite que a administração priorize as áreas críticas, o diagnóstico rápido dos moradores dessas regiões ajuda as equipes de saúde a mapear a circulação real do vírus em tempo real.
O cenário da dengue em Chapecó e o mapeamento
Como a prefeitura está priorizando as áreas críticas através de inspeções técnicas, o diagnóstico rápido dos moradores dessas regiões é o que alimenta o sistema de saúde. Ao identificar um caso suspeito de dengue em Chapecó, as equipes de endemias conseguem agir com muito mais precisão no bairro afetado.
Principais diferenças entre as doenças
Confira a tabela comparativa baseada nos protocolos do Ministério da Saúde:
Sintoma Dengue Chikungunya Zika Febre Alta e súbita Alta e súbita Baixa ou inexistente Dor articular Leve a moderada Intensa e incapacitante Leve a moderada Manchas na pele Surge após o 4º dia Entre o 2º e 5º dia Nas primeiras 24h
Onde buscar atendimento para dengue em Chapecó
A recomendação oficial é que, ao notar os primeiros sinais, o cidadão procure a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. O diagnóstico precoce é a melhor forma de evitar complicações e ajudar no controle epidemiológico local.
Dica de prevenção: Se você mora em uma das áreas identificadas como críticas pelo mapeamento da prefeitura, redobre o uso de repelentes e a vigilância em depósitos de água.
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Fonte: Prefeitura de Chapecó






