terça-feira, 10 fevereiro, 2026

Entenda a diferença entre dengue, zika e chikungunya antes do pico de verão

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O recente início do mapeamento estratégico realizado pela Prefeitura de Chapecó — que identifica bairros com maior risco de infestação pelo mosquito Aedes aegypti — é o primeiro passo para o controle da doença na cidade. No entanto, para que essa estratégia de combate seja completa, a colaboração da população vai além da limpeza dos quintais: é preciso saber identificar os sinais de alerta no próprio corpo.

Como o mapeamento permite que a administração priorize as áreas críticas, o diagnóstico rápido dos moradores dessas regiões ajuda as equipes de saúde a mapear a circulação real do vírus em tempo real.

O cenário da dengue em Chapecó e o mapeamento

Como a prefeitura está priorizando as áreas críticas através de inspeções técnicas, o diagnóstico rápido dos moradores dessas regiões é o que alimenta o sistema de saúde. Ao identificar um caso suspeito de dengue em Chapecó, as equipes de endemias conseguem agir com muito mais precisão no bairro afetado.

Principais diferenças entre as doenças

Confira a tabela comparativa baseada nos protocolos do Ministério da Saúde:

SintomaDengueChikungunyaZika
FebreAlta e súbitaAlta e súbitaBaixa ou inexistente
Dor articularLeve a moderadaIntensa e incapacitanteLeve a moderada
Manchas na peleSurge após o 4º diaEntre o 2º e 5º diaNas primeiras 24h

Onde buscar atendimento para dengue em Chapecó

A recomendação oficial é que, ao notar os primeiros sinais, o cidadão procure a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. O diagnóstico precoce é a melhor forma de evitar complicações e ajudar no controle epidemiológico local.

Dica de prevenção: Se você mora em uma das áreas identificadas como críticas pelo mapeamento da prefeitura, redobre o uso de repelentes e a vigilância em depósitos de água.

Leia também: Mapeamento em Chapecó identifica áreas críticas de reprodução do mosquito Aedes aegypti

Fonte: Prefeitura de Chapecó

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