segunda-feira, 13 abril, 2026

Santa Catarina: recém-nascidos recebem antídoto de veneno no lugar de vacina

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Um erro grave ocorrido no Hospital Santa Cruz de Canoinhas, em Santa Catarina, chamou atenção nas últimas horas: 11 recém-nascidos receberam antídoto para veneno de cobra no lugar da vacina contra hepatite B. Apesar da gravidade do engano, os bebês estão estáveis, não apresentaram reações adversas e seguem sob acompanhamento médico.

Aplicação equivocada envolveu dose pequena

De acordo com nota enviada ao portal g1, o hospital esclareceu que a dose administrada em cada bebê foi de 0,5 mililitro, quantidade considerada pequena e sem risco de efeitos colaterais moderados ou graves. Por isso, não houve necessidade de internação.

A direção do hospital instaurou uma sindicância interna para apurar como a troca de medicamentos aconteceu. O caso também chamou a atenção das autoridades locais.

Prefeita de Canoinhas anuncia auditoria

A prefeita de Canoinhas, Juliana Maciel, declarou publicamente que irá contratar uma auditoria externa para investigar o ocorrido de forma independente. Embora o hospital não seja administrado pela prefeitura, Juliana afirmou que a população da cidade é sua prioridade.

“O Hospital Santa Cruz não é da prefeitura, mas o canoinhense sim, é minha responsabilidade. E nós vamos começar cuidando dos bebês, mas essa auditoria vai analisar cada atendimento prestado pelo hospital”, afirmou a prefeita.

Acompanhamento contínuo dos bebês

Mesmo sem apresentar reações, os recém-nascidos continuam sendo monitorados pelas equipes médicas. O objetivo é garantir que não haja efeitos tardios relacionados ao antídoto aplicado incorretamente.

Entenda a importância da vacina contra hepatite B

A vacina contra hepatite B é administrada em recém-nascidos geralmente nas primeiras 24 horas de vida. Ela protege contra um vírus que pode causar sérios danos ao fígado ao longo da vida, inclusive cirrose e câncer hepático.

O erro cometido no hospital reacende discussões sobre a segurança nos protocolos de aplicação de vacinas e medicamentos, especialmente em unidades de saúde que lidam com públicos vulneráveis como recém-nascidos.

Fonte: G1

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