segunda-feira, 13 abril, 2026

Polícia descobre laboratório de cocaína em mansão de luxo em SC

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Resumo

A Polícia Civil desmantelou um laboratório de refino de cocaína que funcionava em uma mansão em Jurerê Internacional, Florianópolis. Um cidadão russo foi preso em flagrante suspeito de chefiar o esquema, que utilizava o imóvel de luxo como fachada para o tráfico internacional de drogas.

Destaques da operação

  • Localização: Laboratório clandestino funcionava em uma mansão no bairro nobre de Jurerê Internacional.
  • Prisão: Um homem de origem russa, apontado como líder do grupo, foi detido em flagrante.
  • Apreensões: Foram encontrados quase R$ 200 mil em moedas diversas e um veículo de R$ 150 mil.
  • Investigação: O caso começou após a prisão de um transportador de drogas no aeroporto da capital.

Investigação e prisões

Conforme apuração original do portal G1 SC, a Polícia Civil localizou um laboratório clandestino de drogas em uma mansão no bairro Jurerê Internacional, em Florianópolis, entre quinta-feira (9) e sexta-feira (10). No imóvel de luxo, os agentes prenderam em flagrante um homem de origem russa, suspeito de liderar uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de entorpecentes.

O trabalho investigativo teve início a partir de uma denúncia anônima. Essa informação levou à prisão de um homem, descrito como “mula humana”, no Aeroporto Internacional Hercílio Luz. Ele tentava embarcar para São Paulo com drogas escondidas no corpo, tendo como provável destino final a cidade de Moscou, na Rússia. A prisão em flagrante desse transportador foi convertida em preventiva pela Justiça.

Estrutura do laboratório e apreensões

Dentro da residência, a Delegacia de Repressão às Drogas encontrou uma estrutura completa para o processamento e refino de cocaína. O laboratório contava com equipamentos sofisticados e diversos produtos químicos controlados. Além da estrutura de produção, a polícia apreendeu um veículo avaliado em cerca de R$ 150 mil e quantias em dinheiro que, somadas em real, dólar e euro, chegam a quase R$ 200 mil.

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Segundo a Polícia Civil, o grupo utilizava a mansão como fachada para não levantar suspeitas. A escolha por Jurerê Internacional foi estratégica, pois a movimentação intensa de pessoas e veículos no bairro nobre permitia que as atividades criminosas ocorressem sem chamar a atenção da vizinhança ou das autoridades.

Esquema internacional e logística

A investigação aponta que a rede criminosa possuía uma estrutura organizada com divisão clara de tarefas. O esquema envolvia desde a produção da droga no laboratório clandestino até o recrutamento de transportadores para levar o entorpecente ao exterior. O nome do cidadão russo investigado não foi revelado pelas autoridades até o momento.

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