quinta-feira, 12 fevereiro, 2026

Prefeitura de Chapecó encaminha projeto de lei Cão Orelha para proteger animais comunitários

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O projeto de lei Cão Orelha institucionaliza o cuidado com animais comunitários em Chapecó. A medida estabelece diretrizes para identificação, saúde e proteção de cães e gatos desamparados, garantindo suporte legal para cuidadores e fortalecendo políticas públicas de bem-estar animal no município.

O legado de um amigo fiel transforma a legislação em Chapecó

A cidade de Chapecó deu um passo emocionante e decisivo em direção à compaixão e ao respeito pelos seres que mais precisam de voz. A Prefeitura de Chapecó encaminhou oficialmente à Câmara de Vereadores o projeto de lei Cão Orelha, uma iniciativa que não é apenas jurídica, mas um tributo à lealdade e ao amor incondicional.

Inspirado na história do Cão Orelha, o fiel mascote que cativou o coração de servidores e cidadãos no centro administrativo, o projeto visa estabelecer parâmetros claros para o cuidado de animais comunitários. A proposta busca garantir que o poder público tenha ferramentas para atuar na proteção daqueles que, embora não tenham um lar tradicional, pertencem ao coração de toda a comunidade.

O que muda com o projeto de lei Cão Orelha

O texto legislativo prevê ações estratégicas para melhorar a qualidade de vida dos animais de rua e oferecer suporte aos cuidadores voluntários. Conforme as diretrizes apresentadas pela administração municipal, os principais pontos incluem:

  • Identificação oficial: Implementação de sistemas para monitorar e cadastrar a população de animais comunitários.
  • Saúde e bem-estar: Facilitação do acesso a castrações, vacinas e atendimentos veterinários essenciais.
  • Reconhecimento de cuidadores: Amparo legal para os cidadãos que se dedicam a alimentar e proteger animais em espaços públicos.
  • Educação e conscientização: Fomento a campanhas permanentes contra o abandono e os maus-tratos.

A assinatura deste projeto representa um marco histórico para a causa animal na região Oeste catarinense. Segundo a Prefeitura de Chapecó, o objetivo fundamental é transformar a realidade do abandono em uma rede de proteção solidária, garantindo que o legado de cães como o Orelha se converta em direitos garantidos para centenas de outros animais.

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