segunda-feira, 9 março, 2026

Brasil registra 136 casos de mpox em 2026, com novos registros em cinco estados

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A Mpox no Brasil já soma 136 casos registrados em 2026, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde. Do total, 129 casos foram confirmados e sete classificados como prováveis, segundo o monitoramento oficial da pasta.

A atualização mais recente também mostra que cinco novos estados passaram a registrar notificações da doença neste ano, ampliando o mapa de monitoramento da infecção no país.

Novos estados entram na lista de registros

Com a atualização divulgada na última semana pelo Ministério da Saúde, passaram a integrar a lista de estados com casos notificados:

  • Rio Grande do Norte – 3 registros
  • Ceará – 1 registro
  • Goiás – 1 registro
  • Pará – 1 registro
  • Sergipe – 1 registro

A inclusão dessas unidades federativas indica a ampliação da vigilância epidemiológica da doença no país.

São Paulo concentra a maioria dos casos

Entre os estados brasileiros, São Paulo lidera o número de registros de mpox em 2026, com 86 casos notificados até o momento.

Na sequência aparecem:

  • Rio de Janeiro – 19 casos
  • Rondônia – 10 casos
  • Minas Gerais – 7 casos
  • Rio Grande do Sul – 3 casos
  • Paraná – 2 casos
  • Santa Catarina – 1 caso
  • Distrito Federal – 1 caso

Os dados fazem parte do sistema de monitoramento epidemiológico mantido pelo governo federal.

O que é a mpox

A mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma doença viral causada por um vírus da mesma família da varíola humana.

Segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a transmissão pode ocorrer por contato próximo com pessoas infectadas, lesões na pele, secreções respiratórias ou objetos contaminados.

Entre os sintomas mais comuns estão:

  • febre
  • dores no corpo
  • aumento dos gânglios linfáticos
  • erupções e lesões na pele
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Na maioria dos casos, a doença apresenta evolução leve, mas exige acompanhamento médico e medidas de controle para evitar a disseminação.

Monitoramento segue ativo no país

O Ministério da Saúde mantém o monitoramento dos casos e orienta estados e municípios sobre estratégias de vigilância, diagnóstico e acompanhamento dos pacientes.

Autoridades de saúde também reforçam a importância de procurar atendimento médico em caso de sintomas suspeitos, especialmente após contato com pessoas diagnosticadas com a doença.

Fonte: UOL Notícias e dados do Ministério da Saúde.

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