Salão do Imóvel movimentou mais de R$ 1 bilhão

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A consolidação do 20.º Salão do Imóvel e da 2ª Techcon como o principal evento do mercado imobiliário e da construção civil no Sul do Brasil se materializa nos indicadores da Feira de 2026. O levantamento técnico apurado junto à Caixa Econômica Federal confirmou que o volume financeiro movimentado alcançou a marca de R$ 1 bilhão e 155 milhões em contratos formalizados e encaminhados. Esse fluxo de capital destaca a força da economia de Chapecó e região, com circulação contínua de mais de 36 mil pessoas de 225 municípios e 16 estados diferentes. O público também reflete o alcance internacional da feira ao reunir visitantes de cinco países diferentes além do Brasil.

A extensão desta edição foi 30% maior que a passada. Os três pavilhões cobertos e da área externa, reuniram mais de 250 estandes superando o número de 300 expositores. A diversidade de oferta de negócios abrangeu desde habitações do programa Minha Casa, Minha Vida até empreendimentos residenciais e corporativos de alto padrão, além de insumos para a construção civil, maquinário pesado, soluções de inteligência tecnológica, feira automotiva, espaço gastronômico e voos panorâmicos de helicóptero.

O alinhamento estratégico entre os agentes financeiros e o mercado produtivo foi decisivo para os resultados obtidos. Ediomar Giachini, Superintendente de Habitação da Caixa Econômica Federal, salientou as condições apresentadas ao público.

“O volume de prospecções e negócios liquidados durante o evento superou as melhores estimativas operacionais. A presença maciça de investidores e famílias em nosso estande ressalta que Chapecó possui uma demanda sólida em todas as faixas de renda. Atendemos desde o comprador do primeiro imóvel pelo Minha Casa, Minha Vida até investidores focados no segmento de luxo, reafirmando o compromisso da Caixa em financiar o desenvolvimento regional”, enfatizou Giachini.

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A geração de novos negócios para o ecossistema empresarial estendeu-se para além dos dias de feira, projetando um ciclo positivo contínuo para os fornecedores e construtoras. O presidente do Salão do Imóvel e da Techcon, Felipe Balzan, destacou o alcance da infraestrutura montada e a resposta do empresariado.

“Superamos com margem expressiva as expectativas iniciais em volume financeiro e em número de visitantes. Com mais de R$ 12 milhões investidos diretamente na montagem dos estandes e a presença de centenas de marcas, a feira provou ser uma plataforma de conversão imediata. Os expositores saem do evento não apenas com contratos assinados, mas com uma carteira de prospecção altamente qualificada para movimentar o setor durante todo o segundo semestre”, celebrou Balzan.

A organização e segurança na montagem do evento também recebeu reconhecimento, atendendo exigências operacionais rigorosas e no compromisso socioambiental. A feira obteve o certificado de Conformidade e Segurança, garantindo a gestão adequada do fluxo de público e plano de emergência em todos os pavimentos. No âmbito ambiental, a parceria com o programa Chapecó Mais Limpa assegurou a triagem e destinação correta dos resíduos recicláveis produzidos no local, enquanto a campanha social recolheu mais de 500 quilos e direcionou para a Casa de Acolhida João Piltz.

A ação conjunta entre o Secovi-Oeste e o Sinduscon-Oeste impulsionou a sinergia entre os segmentos imobiliário, industrial e tecnológico. O presidente do Sinduscon-Oeste, Alexandre Fiorini, contextualizou o impacto da feira para a cadeia da construção civil.

“Reunir a cadeia completa, do fornecedor de insumos básicos às soluções de alta tecnologia da Techcon, demonstrou a maturidade da nossa indústria. O resultado superior a R$ 1 bilhão em negócios consolida a posição de Chapecó na vanguarda do setor. Essa integração fortalece o ambiente produtivo e projeta a capacidade técnica das nossas construtoras para todo o cenário nacional”, frisou Fiorini.

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O engajamento do mercado imobiliário e as perspectivas de futuro foram corroborados pela liderança do Secovi-Oeste. O presidente da entidade, André Tozzo, reforçou a relevância institucional do encontro.

“A expressiva participação da comunidade e a liquidez das operações confirmam a confiança do consumidor no mercado imobiliário da região. O Salão do Imóvel e a Techcon cumpriram o papel de conectar oportunidade e investimento com absoluta transparência. Iniciamos desde já o planejamento da próxima edição, com a meta de ampliar a infraestrutura, atrair novos parceiros internacionais e renovar esse ambiente de inovação e negócios”, ressaltou Tozzo.

Os resultados consolidados nesta edição fixam um novo patamar para os eventos do setor no Sul do país, posicionando a feira como referência em movimentação econômica, segurança operacional e responsabilidade social. O Salão do Imóvel e Techcon gera grande expectativa para a próxima edição em 2028, que já contempla 80% dos espaços reservados.

Realização e Parceiros

O 20.º Salão do Imóvel e 2.ª Techcon é patrocinado pela Caixa Econômica Federal e pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Santa Catarina 11ª Região (Cofeci-Creci). A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura de Chapecó, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (Crea-SC), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), e Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Oeste (Aeao).

Também apoiam a iniciativa, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC); Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL); CDL Jovem Chapecó; Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea (Mútua/SC); Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc); Serviço Social da Indústria de Santa Catarina (Sesi/SC); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); Associação Comercial, Industrial, Agronegócio e Serviços de Chapecó (Acic); Núcleo de Jovens Empreendedores da Acic; Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (Sicom); Câmara Júnior Internacional de Chapecó (JCI); Sindicato das Empresas de Transportes e Sistema Fetrancesc (Sitran); Centro Empresarial de Chapecó (Cec); e Associação Polo Tecnológico do Oeste Catarinense (Deatec/Acate).

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